Concordância Verbal: Entenda Como Usar Corretamente nas Frases

A Concordância Verbal é um dos principais elementos da gramática, responsável por estabelecer o correto uso das palavras e da estrutura das frases no dia-a-dia, na comunicação e na sua redação do ENEM 2023. Ela é responsável por definir o que é correto e o que é incorreto na forma de se expressar.

A Concordância Verbal é a relação entre os termos da frase, o que significa que os adjetivos, verbos e substantivos devem estar em harmonia. Ela é um dos principais elementos da gramática e é responsável por estabelecer o correto uso das palavras e da estrutura das frases.

A concordância é importante para que a frase tenha sentido e seja entendida. Ela garante que os termos da frase estejam corretamente relacionados entre si.

Por exemplo, um substantivo pode estar relacionado a um adjetivo, um verbo a um substantivo ou um verbo a um adjetivo. Vamos falar sobre concordância verbal e, se você ficar com dúvidas, é só deixar nos comentários.

Como funciona a Concordância Verbal?

A Concordância Verbal funciona de acordo com algumas regras de gramática. As palavras devem estar em harmonia, ou seja, o adjetivo deve concordar com o substantivo, o verbo deve concordar com o substantivo ou o adjetivo, e assim por diante.

Por exemplo, se você quiser dizer “a casa azul”, o adjetivo “azul” deve concordar com o substantivo “casa”. Se você quiser dizer “eu corro”, o verbo “corro” deve concordar com o sujeito “eu”. Além disso, existem algumas exceções às regras de concordância. Por exemplo, no caso dos verbos, eles podem concordar com o sujeito mesmo que este seja um pronome indefinido, como “ninguém”, “alguém” ou “qualquer um”.

Quais são as principais regras de concordância?

Concordância verbal é uma regra gramatical que estabelece a harmonia entre o sujeito e o verbo em uma oração. Em língua portuguesa, o verbo deve concordar em número e pessoa com o sujeito da frase. Existem algumas regras básicas de concordância verbal:

  1. Concordância com sujeito coletivo: Quando o sujeito é um coletivo, que indica um conjunto de seres, o verbo concorda em número e pessoa com esse sujeito. Exemplos:
    • A plateia aplaudiu o espetáculo com entusiasmo.
    • A multidão de torcedores estava animada com a vitória do time.
  2. Concordância com coletivos partitivos: A concordância com coletivos partitivos ocorre quando o sujeito indica uma parte de um todo. O verbo concorda com o coletivo partitivo. Exemplos:
    • Metade da pizza foi consumida rapidamente.
    • Uma parte dos funcionários aceitou a proposta salarial.
  3. Concordância com as expressões “mais de”, “menos de”, “cerca de”: Essas expressões indicam quantidade aproximada e o verbo concorda em número com o numeral que as acompanha. Exemplos:
    • Mais de cem pessoas compareceram ao evento.
    • Cerca de vinte alunos participaram do concurso.
  4. Concordância com nomes próprios: Os nomes próprios se referem a pessoas específicas e o verbo concorda em número e pessoa com o nome próprio. Exemplos:
    • Maria ganhou um prêmio de reconhecimento.
    • João e Ana vão viajar nas férias.
  5. Concordância com pronome relativo “que”: Quando o pronome relativo “que” retoma o antecedente na oração, o verbo concorda com o antecedente. Exemplos:
    • O filme que assisti foi muito emocionante.
    • A pessoa que encontramos na festa era simpática.
  6. Concordância com pronome relativo “quem”: O pronome relativo “quem” refere-se a uma pessoa ou coisa, e o verbo concorda em número e pessoa com o pronome. Exemplos:
    • O aluno quem elogiei é muito dedicado.
    • A cantora quem admirei se apresentará no palco.
  7. Concordância com expressão “um dos que”: Quando o sujeito contém a expressão “um dos que”, o verbo concorda com o plural do antecedente da expressão. Exemplos:
    • Ele é um dos que foram selecionados para a equipe.
    • Ela é uma das que mais se destacam no grupo.
  8. Concordância com sujeitos formados por sinônimos: Quando o sujeito é formado por sinônimos, o verbo concorda com cada núcleo do sujeito. Exemplos:
    • O carro e o automóvel são novos e modernos.
    • A empresa e a organização oferecem oportunidades de emprego.
  9. Concordância com sujeito formado por palavras em graduação e enumeração: O verbo pode concordar no singular ou plural, dependendo do contexto. Exemplos:
    • O vestido, a saia e a blusa está no armário.
    • O copo, o prato e o talher estão na mesa.
  10. Concordância com sujeito formado por pessoas gramaticais diferentes: Quando o sujeito é formado por pessoas gramaticais diferentes, o verbo concorda com a pessoa que prevalece. Exemplos:
    • Eu, tu e ele fomos ao parque para passear.
    • Tu, ele e eu somos amigos de longa data.

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  1. Concordância com sujeitos ligados por “ou”: Quando o sujeito é composto por dois elementos ligados pela conjunção “ou”, o verbo pode concordar com o sujeito mais próximo ou com ambos no plural. Exemplos:
    • O professor ou os alunos explicaram a matéria.
    • O aluno ou a aluna foram os vencedores do concurso.
  2. Concordância com sujeitos ligados por “nem”: Quando o sujeito é composto por dois elementos ligados pela conjunção “nem”, o verbo pode concordar com o sujeito mais próximo ou com ambos no plural. Exemplos:
    • Nem o jogador nem os técnicos sabiam a resposta.
    • Nem a mãe nem o pai chegaram a tempo.
  3. Concordância com sujeitos ligados por “com”: Quando o sujeito é composto por um termo seguido de “com” e outro termo, o verbo concorda com o sujeito simples após “com”. Exemplos:
    • Ele, com seus amigos, viajou para o exterior.
    • A menina, com seus pais, foi ao parque.
  4. Concordância com sujeitos ligados por “não só, mas também”, “tanto, quanto”, “não só, como”: Quando o sujeito é composto por elementos ligados por essas expressões, o verbo concorda com o sujeito mais próximo. Exemplos:
    • Não só ela, mas também os amigos estavam animados.
    • Tanto os funcionários quanto os clientes ficaram satisfeitos.
  5. Concordância com a partícula “se”: A partícula “se” pode indicar sujeito indeterminado ou sujeito reflexivo, e o verbo concorda com o sujeito implícito. Exemplos:
    • Precisa-se de funcionários para o novo escritório.
    • Arrependeu-se de suas atitudes.
  6. Concordância com verbos impessoais: Os verbos impessoais não possuem sujeito determinado e, por isso, ficam sempre na 3ª pessoa do singular. Exemplos:
    • Choveu muito ontem.
    • Há muitas estrelas no céu.
  7. Concordância Verbal com sujeito seguido por “tudo”, “nada”, “ninguém”, “nenhum”, “cada um”: Quando o sujeito é seguido por um pronome indefinido, o verbo concorda com o pronome. Exemplos:
    • Nada mudou naquela cidade.
    • Cada um dos alunos recebeu um livro.
  8. Concordância com sujeitos ligados por “como”, “assim como”, “bem como”: Quando o sujeito é composto por elementos ligados por essas expressões, o verbo concorda com o sujeito mais próximo. Exemplos:
    • O autor, assim como os personagens, é cativante.
    • O time, bem como seus torcedores, comemorou a vitória.
  9. Concordância com locuções “é muito”, “é pouco”, “é mais de”, “é menos de”: Nessas locuções, o verbo concorda com o sujeito que vem após a expressão. Exemplos:
    • É muito livro para ler em um mês.
    • São menos de dez pessoas na fila.
  10. Concordância com verbos “dar”, “soar” e “bater” + hora(s): Nesses casos, o verbo concorda com o número de horas indicado. Exemplos:
    • Deu uma hora no relógio.
    • Bateram quatro horas da tarde.
  11. Concordância nas indicações de datas: O verbo concorda com o numeral que indica o dia do mês. Exemplos:
    • Hoje é dia dez de agosto.
    • A festa será no dia vinte e cinco de dezembro.
  12. Concordância com verbos no infinitivo: Os verbos no infinitivo são invariáveis, não concordam com o sujeito. Exemplos:
    • Gostaria de estudar mais sobre esse assunto.
    • É importante compreender os conceitos básicos.

Essas são apenas algumas regras básicas de concordância verbal em língua portuguesa. Existem algumas situações mais complexas e exceções que podem ser encontradas na língua, mas, em geral, a concordância verbal é uma regra importante para a correta construção gramatical das frases.

Quais são os erros mais comuns em relação à concordância?

Os erros mais comuns em relação à Concordância Verbal são:

  • Usar o adjetivo no lugar do substantivo: “um azul” (errado); “um azul bonito” (certo).
  • Usar o verbo no lugar do adjetivo: “eu corre” (errado); “eu corro rápido” (certo).
  • Usar o verbo no lugar do pronome possessivo: “eu falo meu carro” (errado); “eu falo do meu carro” (certo).
  • Usar o pronome de tratamento no lugar do verbo: “senhor fala” (errado); “o senhor fala” (certo).
  • Usar o pronome de tratamento no lugar do adjetivo: “senhor bonito” (errado); “o senhor é bonito” (certo).

FAQ Rápido

O que é Concordância Verbal?

A Concordância Verbal é um dos principais elementos da gramática, responsável por estabelecer o correto uso das palavras e da estrutura das frases. Ela é responsável por definir o que é correto e o que é incorreto na forma de se expressar.

Como funciona a Concordância Verbal?

A concordância funciona de acordo com algumas regras de gramática. As palavras devem estar em harmonia, ou seja, o adjetivo deve concordar com o substantivo, o verbo deve concordar com o substantivo ou o adjetivo, e assim por diante.

Quais são as principais regras de Concordância Verbal?

As principais regras de Concordância Verbal são: o adjetivo deve concordar com o substantivo; o verbo deve concordar com o sujeito; o pronome possessivo deve concordar com o possuidor; o pronome de tratamento deve concordar com o tratado; e os verbos podem concordar com o sujeito mesmo que seja um pronome indefinido.

Quais são os erros mais comuns em relação à concordância?

Os erros mais comuns em relação à concordância são: usar o adjetivo no lugar do substantivo; usar o verbo no lugar do adjetivo; usar o verbo no lugar do pronome possessivo; usar o pronome de tratamento no lugar do verbo; e usar o pronome de tratamento no lugar do adjetivo.

Existem exceções às regras de concordância?

Sim, existem algumas exceções às regras de concordância. Por exemplo, no caso dos verbos, eles podem concordar com o sujeito mesmo que este seja um pronome indefinido, como “ninguém”, “alguém” ou “qualquer um”.

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